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O estudo dirigido sobre o viscerocrânio representa um estudo adicional que propõe nova maneira de entender ou de recordar um assunto que já foi estudado, neste caso, os maxilares e ossos adjacentes. Estude, leia atentamente e digite no espaço em branco a palavra correspondente. Depois passe o cursos sobre o sinal de interrogação (?) para conferir sua resposta.
Inicie tateando o ádito da órbita e detenha-se na margem infra-orbital, que é a que mais interessa. Passe um dedo ao longo dela e perceba como é aguda. Seu tato vai acusar uma saliência, que é a sutura
?. Esta é a primeira pergunta. Outras virão. Responda-as buscando respaldo nos textos do livro, a partir da página 21 e suas figuras. Voltando para o corpo do zigomático, vá deslizando os dedos até alcançar o primeiro molar superior. No crânio, você estaria apalpando uma eminência linear, que é a ? , importante reparo ósseo nas anestesias dos dentes molares superiores. Em você, faça tentativas extra e intrabucais para localizar a mesma eminência óssea. Medialmente a ela será encontrada, abaixo do forame infra-orbital, uma depressão larga e rasa, a ? , que corresponde à parede anterior do seio maxilar. No crânio é fácil de ser localizada. Nas pessoas é mais difícil, porque essa fossa contém o músculo levantador do ângulo da boca, o qual se origina e se insere no ponto de união dos lábios. Descendo um pouco, encontrará uma série de elevações que corresponde às raízes dos dentes. São as ? , das quais a mais longa e saliente é a ? , relacionada com a transmissão de forças da mastigação à base do crânio. Elas se dispõem enfileiradas desde o incisivo central até o terceiro molar, constituindo a lâmina ? de cada ? do processo alveolar. Acima das eminências dos incisivos e abaixo da abertura piriforme, pode ser encontrada uma pequena depressão, a ? , local de inserção de algumas poucas fibras do músculo orbicular da boca. Acima das eminências dos molares (na base do processo alveolar) encontra-se um dos locais de origem do músculo bucinador. Quando você estiver correndo o dedo (em si mesmo, por dentro da boca) sobre as eminências alveolares dos molares, continue mais para trás até alcançar uma superfície romba da maxila, a ? , que apresenta uns dois pequenos forames, nomeados ? , nos quais passam nervos e vasos alveolares superiores posteriores, com destino aos dentes molares e seus tecidos de suporte. Mais atrás, a maxila se relaciona com o processo ? do osso esfenóide. Entre ambos, há uma abertura, a fissura pterigomaxilar, porta de entrada da fossa ? , onde penetra a artéria maxilar (Fig. 2-11). Dois acidentes anatômicos devem ser observados nessa área: no alto, uma passagem para a órbita, a ? , (Fig. 2-3) por onde passam nervo e vasos infra-orbitais e em baixo, uma ponta em forma de gancho, continuação da lâmina medial do processo pterigóide, que se denomina ? . (Fig. 2-16). Nele se enlaça o músculo tensor do véu palatino, em seu curso da fossa escafóide ao palato. O músculo levantador do véu palatino vai direto de sua origem na parte petrosa do osso temporal ao palato, sem se desviar em torno de nenhum osso. Para continuar o estudo do maxilar, se você tiver um crânio à mão vire-o de cabeça para baixo. Se não tiver continue palpando sua própria boca e vendo as figuras 2-15 e 2-16. Examine o palato ósseo, de modo visual e digital. Perceba que do processo alveolar, de incisivo a premolar, em direção ao palato, seus dedos resvalam suavemente por uma superfície recurvada, sem ângulos e sem solução de continuidade. Ao fazer o mesmo na região molar, note que a curva desaparece para dar lugar a um ângulo bem pronunciado. Neste local, procure o grande forame ? , pelo qual transitam vasos e nervo do mesmo nome. Continue a tocar essa área no crânio (se tiver um), mais para a frente, e sentirá umas elevações pontiagudas, que são as ? , entre as quais pode-se divisar os ? . Continuando, seu dedo é guiado para o plano mediano, onde você verá, bem à frente, a terminação do canal incisivo, que é o ? . Repare que ele tem uma forma de caçapa ou de funil, chamada ? . O nervo que aí passa é o nasopalatino . No toque, por dentro da sua boca, não é será possível distinguir os forames sob o mucoperiósteo do palato. Na seqüência, se você acompanhar com o dedo o plano mediano, ao longo da sutura ? , poderá notar (algumas pessoas têm outras não) uma elevação de tamanho variável, o ? . Seu dedo deve ter chegado bem atrás, na borda livre do palato ósseo, local onde sobressai a espinha ? . Nessa borda, que pertence à lâmina ? do osso ? , prende-se a aponeurose palatina e nela os músculos palatinos já citados e também o palatoglosso, o palatofaríngeo e o músculo da úvula. Separando os ossos palatinos (lâminas horizontais) das maxilas (processos ?), evidencia-se a sutura ? . O processo alveolar, que circunda o palato, tem um alvéolo para cada dente e a separação entre eles é feita pelo ? . Dessa forma, o alvéolo tem uma parede voltada para cada dente vizinho e as duas outras paredes que são chamadas ? e ? . Os alvéolos de dentes multirradiculares são divididos por septos ? . Se o crânio que você está manuseando é Em pessoa parcialmente desdentada ou desdentada total, apalpe o processo alveolar é cicatrizado e reabsorvido, qu e pass a a ter agora uma forma de crista, cujo termo de designação é ? . Falta agora inspecionar a mandíbula (leia sobre ela nas páginas 24, 25, 31, 34, 35 e 36e examine as figuras 2-3, 2-5, 2-8, 2-10, 2-13, 2-14 e 2-20). Seu processo alveolar repete toda a anatomia do processo alveolar maxilar. Na sua base, vestibularmente e ao nível dos molares, originam-se fibras inferiores do músculo bucinador, que é o músculo da bochecha. Como a mandíbula do adulto é um osso único, ela não tem uma sutura mediana, como a sutura intermaxilar. Na linha mediana anterior, o que se vê é uma bela elevação nomeada ? , ladeada em baixo por dois tubérculos ? e em cima por duas ? , de onde se originam os músculos mentonianos. Abaixo do tubérculo mentoniano, já na base da mandíbula, distingue-se a ? , local em que se insere o músculo digástrico, cuja origem fica no neurocrânio (incisura mastóidea). Imaginando agora uma linha que vai do tubérculo mentoniano até a base do alvéolo do primeiro molar, você estará estabelecendo o local de origem do músculo abaixador do ângulo da boca. Continuando nessa linha, você vai encontrar, no prumo do segundo premolar, o forame ? . Isto significa que o conteúdo do forame (nervo e vasos mentonianos) é recoberto nesse ponto pelo músculo acima mencionado. A partir do forame, vá deslizando o dedo para trás e para cima até tatear toda a extensão da linha ? . Continuando a tatear, você alcança a ? , a qual termina no processo ? , de aspecto triangular. Se você abrir a boca, palpará com mais facilidade esse processo. Em suas bordas e em sua face medial insere-se o músculo temporal, cuja origem está na fossa temporal. A inserção do músculo na face medial faz surgir uma superestrutura que do ápice do processo desce pelo ramo da mandíbula, esmaecendo aos poucos. Seu nome é ? . Às vezes ela é tão longa que chega até o trígono ? . Tente palpar a borda posterior do processo coronóide e a incisura ? , que segue (no crânio é fácil) até atingir o processo ? , o qual se divide em ? e colo da mandíbula. Na cabeça (côndilo) da mandíbula você palpará facilmente o pólo lateral, principalmente se fizer movimentos de abrir e fechar a boca. Veja o restante no crânio: o pólo medial, as cristas que partem de ambos os pólos, as duas vertentes no alto do côndilo e uma depressão na porção anterior do colo que é a ? , para a inserção do músculo pterigóideo lateral, depois de ter se originado na lâmina lateral do processo ? . Essa origem é fixa; é a base para a movimentação muscular. Aí o músculo se ancora e, ao se contrair, encurtando suas fibras, traciona a área de inserção em direção à área de origem e, dessa forma, protrai a mandíbula. Em seguida, corra o dedo pela borda posterior do ramo da mandíbula, em si próprio. Se sentir um choque, é porque você pressionou o nervo auriculotemporal. Faça uma verificação no crânio seco: a borda posterior é mais romba e mais espessa que a anterior. Na sua mandíbula, a glândula parótida dificultará a verificação desse detalhe. Você está chegando ao ângulo da mandíbula. Lembra-se da tuberosidade massetérica que palpou no início do estudo? Pois bem, introduza o dedo por dentro (medialmente) do ângulo da mandíbula e distinga elevação semelhante. É a ? , formada em resposta à tração do músculo pterigóideo medial nesse local de sua inserção. A propósito, esse músculo, que é um elevador da mandíbula, tem origem na fossa pterigóidea (entre as lâminas do processo pterigóide; não confunda com a fóvea pterigóidea) . Mais acima, no centro da face medial do ramo da mandíbula, observe no crânio ou nas figuras do livro, principalmente a Fig. 2-20, o forame ? , tendo à frente a ? , local de inserção do ligamento esfenomandibular. Nesse forame entram nervo e vasos alveolares inferiores, os quais descrevem um trajeto intra-ósseo não por entre os espaços medulares e trabéculas da substância esponjosa, mas por um canal feito de substância compacta denominado ? . Antes de entrar no osso, a artéria e o nervo soltam um ramo milo-hióideo que, de início, transitam junto ao osso em uma depressão que se chama ? . Acima dele, próximo ao terceiro molar, sinta com os dedos a extremidade posterior de uma elevação linear (e afilada) que, à medida que avança para a frente e para baixo, vai se tornando menos saliente. É a ? , na qual toma origem o músculo milo-hióideo, principal músculo do soalho da boca. Depois de sentir pelo tato essa linha, note abaixo dela, na região molar, uma depressão de nome ? , causada pela justaposição da glândula submandibular. Anteriormente e acima da linha, há outra depressão glandular, menos marcada, que leva o nome de ? . Com isso, você deu a volta toda na mandíbula; termine agora no mesmo nível do plano mediano quando começou. Só que do lado de trás. Aí estão localizadas as espinhas ? . Os dois músculos que nelas se prendem impedem sua palpação no ser vivo. Aí se originam o genioglosso, maior músculo da língua, e o gênio-hióideo, que une a mandíbula ao osso hióide. Dois forames podem ser vistos nessa área. Dizemos “podem ser”, porque freqüentemente estão ausentes. São forames inconstantes e, portanto, não importantes. O de cima, maior, é sempre percorrido por um ramo da artéria sublingual e o de baixo, menor, é às vezes percorrido por um ramo do nervo milo-hióideo. O primeiro denomina-se forame ? ou ? e o segundo, ? .
E agora vamos ao teste final, para terminar o estudo. Ordene a lista abaixo subindo ou descendo seus itens, de acordo com a sequência das seguintes definições: 1) conjunto de elevações ósseas decorrentes de ação muscular direta
Aqui terminamos. Que tal, valeu a pena? Ao conferir as respostas, atribua a você uma nota. Atribua também uma segunda nota relativa ao esforço dispendido, à atenção dedicada e ao aproveitamento (conhecimento) obtido. Esperamos que as suas notas sejam dez e dez.
O próximo estudo dirigido “saiba mais” vai tratar dos músculos cefálicos, os quais já foram abordados, ainda que superficialmente, neste texto. Isto significa que, na seqüência do estudo, você não vai começar do zero.
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